março 31, 2010
março 29, 2010
The Road to Serfdom III
Por João Neto às 13:49
março 25, 2010
março 22, 2010
The Road to Serfdom II
Por João Neto às 13:48
março 18, 2010
The Road to Serfdom I
Por João Neto às 13:47
março 15, 2010
Poupança
Por João Neto às 11:46
março 12, 2010
Crime
Por João Neto às 10:10
março 09, 2010
Dicotomias
Por João Neto às 08:43
março 05, 2010
Balanço
Por João Neto às 10:26
março 03, 2010
Sci-Philosophy IV
Governments always commit their entire populations when the demands grow heavy enough. By their passive acceptance, these populations become accessories to whatever is done in their name.
Does a populace have informed consent when a ruling minority acts in secret to ignite a war, doing this to justify the existence of the minority's forces? History already has answered that question. Every society in the ConSentiency today reflects the historical judgment that failure to provide full information for informed consent on such an issue represents an ultimate crime.
Does a population have informed consent when that population is not taught the inner workings of its monetary system, and then is drawn, all unknowing, into economic adventures?
Por João Neto às 10:21
fevereiro 25, 2010
Sci-Philosophy III
The play of words can lead to certain expectations which life is unable to match. This is a source of much insanity and other forms of unhappiness.
But the dreams would be gone, lost in that season of death. There would be a special kind of silence: no more beautiful speech strewn with arrows of meaning. Who could console the universe for such a loss?
Never underestimate the power of wishful thinking to filter what the eyes see and what the ears hear.
It is impossible to see any absolute through a screen of interpreters.
One species can, all by itself, produce infinite varieties of experiences. The interaction between many species creates the illusion that infinity has been enlarged by several orders of magnitude.
Providence and Manifest Destiny are synonyms often invoked to support arguments founded in wishful thinking.
If you believe yourself sufficiently hungry, you will eat your own thoughts.
Any conversation is a unique jazz performance. Some are more pleasing to the ears, but that is not necessarily a measure of their importance.
If words are your symbols of reality, you live in a dream world. Frank Herbert, The Whipping Star
Por João Neto às 10:15
fevereiro 22, 2010
Sci-Philosophy II
What was instinct? An innate pattern impressed on the nervous system.
To remove a man's delusions is to create a vacuum. What rushes into that vacuum?[...] It's normal to share the delusions of one's society. It's abnormal to develop private delusions.
Societies don't believe they can die. It must follow that a society, as such, does not worship at all. If it cannot die, it'll never face a final judgment.
Every system and every interpretation becomes false in the light of a more complete system. I wonder if that's why you're here -- to remind us no positive statement may be made that's free from contradictions. Frank Herbert, - The Santaroga Barrier
Por João Neto às 10:10
fevereiro 18, 2010
Axiomas II
Pode esta atitude ser aproveitada na ética ou na epistemologia? Sejam os dois seguintes axiomas: "Todas as pessoas devem ter direitos iguais" e "Existe uma realidade objectiva". Seguindo o raciocínio anterior, não teriam de ser evidentes mas sim coerentes e expressivos (a expressividade, aqui, corresponde ao que podemos obter com a sua adopção). E se há argumentos fortes a favor da coerência destes axiomas, a evidência histórica é indiscutível em relação às vantagens obtidas do seu uso. O suficiente, creio, para os aceitarmos como axiomas mesmo que, para os mais cépticos ou mais cínicos, eles não se mostrem óbvios.
Por João Neto às 09:58
fevereiro 11, 2010
Axiomas I
Unfortunately, heartwarming answers along these lines are no longer tenable (if they ever were). On the one hand, assumptions once thought to be self-evident have turned out to be debatable, like the law of the excluded middle, or outright false, like the idea that every property determines a set. Conversely, the axiomatization of set theory has led to the consideration of axiom candidates that no one finds obvious, not even their staunchest supporters. In such cases, we find the methodology has more in common with the natural scientist's hypotheses formation and testing than the caricature of the mathematician writing down a few obvious truths and preceeding to draw logical consequences. [...] The fact that these few axioms [of set theory] are commonly enshrined in the opening pages of mathematics texts should be viewed as an historical accident, not a sign of their privileged epistemological or metaphysical status." Believing the Axioms, Penelope Maddy (1987)
Por João Neto às 09:57
fevereiro 08, 2010
Sci-Philosophy I
The humans were very difficult to understand with their gods and their accumulation patterns. [...] The brain thought then how strange it was, this thought-mode of existence, this transference of internal energy to create imaginary visions that were in fact plans and schemes and that sometimes must move for a way along non-survival paths. How curious, how subtle, yet how beautiful was this human discovery which had now been copied and adapted to the uses of other creatures. How admirable and elevated it was, this manipulation of the universe that existed only within the passive confines of imagination.
Decisions -- conscious decisions, the Brain thought, these are a punishment inflicted upon the single-self by consciousness. There are conscious decisions that can fragment the single-self. How can humans stand up under such a load of decisions? Frank Herbert, The Green Brain
Por João Neto às 10:08
fevereiro 05, 2010
Teoria de Jogos
Por João Neto às 08:05
fevereiro 02, 2010
janeiro 27, 2010
Transição
Por João Neto às 10:02
janeiro 25, 2010
Fronteira
Por João Neto às 07:18
janeiro 21, 2010
Mínimo máximo
Por João Neto às 09:58
janeiro 19, 2010
janeiro 18, 2010
Distâncias
Por João Neto às 06:56
janeiro 14, 2010
Retribuição
Por João Neto às 07:53
janeiro 12, 2010
Crença e Conhecimento
"Conhecimento garantido e textos fixos, como empregos garantidos e preços fixos, criam dependências. Se estás habituado a depender de uma ortodoxia e ela falha, é mais provável procurares uma nova ortodoxia do que procurares pelos erros da primeira." Yuri P. Maltsev [citado no Kindly Inquisitors]
Por João Neto às 09:48
janeiro 08, 2010
Propostas de Leitura
Gostaria de sugerir três livros que considero excelentes e que dizem respeito à divulgação e ao estímulo do pensar crítico (clicando na imagem vão ter à amazon.uk).
Kindly Inquisitors
O livro de Jonathan Rauch é sobre a livre expressão, a sua importância numa sociedade liberal e os seus inimigos modernos. O autor (um jornalista de investigação) escreve com rara clareza sobre os fundamentos e o motivo porque devemos manter e acarinhar uma sociedade baseada nos princípios da dúvida sistemática; na rejeição de últimas palavras e autoridades indiscutíveis; no recolher de evidência e no discutir público de ideias e crenças privadas para que, algumas, possam tornar-se conhecimento público e partilhado por todos até que outras, melhores, as possam substituir; e que ninguém está acima da crítica ou da caricatura (o livro é de 1991 e termina com uma análise da relevância da tentativa de assassinato de Salman Rushdie). Qualquer sumário deste livro (e especialmente, não este) não lhe faz jus. (180 páginas)How to Think Straight About Psychology
O título deste livro do professor Keith Stanovich é talvez demasiado específico. O livro mostra o que é o método científico de forma exemplar e muito prática, baseando as afirmações que faz e os princípios que defende com vários estudos e exemplos da medicina e da psicologia (mostrando alguns erros modernos que se fizeram, várias vezes com vítimas, por não terem sido seguidos). Desse ponto de vista, não é só relevante pelo conhecimento da Psicologia enquanto Ciência (porque, como o autor indica, a Psicologia é uma palavra que engloba uma vasta áreas de estudos, nem sempre relacionados, algumas das quais usam ferramentas não científicas) mas para qualquer um que se interesse ou estude outra área que utilize o método científico na produção de conhecimento. Muito bem escrito, documentado e sucinto (cerca de 200 páginas).Irrationality
O psicólogo Stuart Sutherland (morreu em 1998) escreveu um livro muito esclarecedor, repleto de evidência científica, sobre um dado por vezes esquecido pela teoria económica vigente: o nosso cérebro é fonte de múltiplas decisões irracionais. No entanto, a boa notícia é que tendemos a ser irracionais sempre da mesma forma (irracionais mas não aleatórios) o que permite que estudemos este aspecto da psicologia humana para nos conhecermos melhor e tomar melhores decisões quer individualmente, quer colectivamente. Repleto de humor inglês e apoiado em diversos estudos, o autor apresenta-nos, em cada capítulo, tipos comuns de erros, muitos dos quais originam-se pela fraca capacidade natural de entendermos probabilidades, o que mostra como é importante a educação desta matéria (a par, a meu ver, com a ética) aos membros de uma sociedade que pretenda reduzir a sua cota de irracionalidade. Breve, bem humorado e com uma mensagem muito importante (250 páginas)- Os grupos tendem a extremar as suas opiniões partilhadas;
- A construção de estereótipos é uma abstracção irracional, simplificando o mundo através do crescer da injustiça individual;
- A expressão pública de uma opção torna-a mais difícil de rejeitar no futuro.
- É mais fácil seguir a acção dos outros do que ir contra essa acção, independentemente da justiça intrínseca das opções. Deste modo reside o perigo, para as pessoas e para o sentido crítico, de participar em multidões.;
- Obedecer à autoridade ou conformar com os pares é mais fácil que escolher as alternativas.
A maioria prefere manter a estrutura dos seus valores mesmo que isso sacrifique a lógica, a coerência e a verdade; - Individualmente vê-se o outro como sendo bom ou mau e não como uma mistura positiva e negativa de diferentes características (eg, feio e inteligente, bom mas estúpido, carinhoso mas intolerante);
- Muitos, em vez de voltar atrás numa decisão, optam por extremá-la (por falta de sentido crítico, por terem investido demasiado). Um pequeno erro inicial pode, assim, transformar-se numa tragédia;
- Para que alguém faça X, erigir um processo iniciático difícil e desagradável, mesmo que nada tenha a ver com X. Esse investimento inicial faz com que o sujeito sinta mais dificuldade de desistir no futuro.
Por João Neto às 11:43
dezembro 15, 2009
dezembro 10, 2009
Indiferença
Por João Neto às 08:30
dezembro 05, 2009
Flexibilidade
Por João Neto às 08:06
dezembro 02, 2009
Violência
O que causa perplexidade nos ataques «terroristas» é que eles não se encaixam na nossa tradicional oposição do mal como egoísmo ou desapego do bem comum, e do bem como o espírito de sacrifício por uma causa maior. [...] O egoísmo, o interesse dos próprios bens, não é oposto ao bem comum porque é possível deduzir normas altruístas a partir de preocupações egoístas. O individualismo vs. a comunidade, o utilitarismo vs. a asserção de normas universais, são oposições falsas dado que este conceitos produzem os mesmos resultados. Os críticos que se queixam da falta de valores, na presente sociedade hedonista-egoísta, falham totalmente o alvo. A verdadeira oposição do egoísmo não é o altruísmo, a atenção pelo bem comum, mas a inveja, o ressentimento, que me faz agir contra o meu próprio interesse. Freud sabia isto muito bem: a pulsão da morte é oposta ao princípio do prazer bem como ao princípio da realidade. O verdadeiro mal, que é a pulsão da morte, envolve auto-sabotagem. Ele faz-nos agir contra os nossos interesses." Slavoj Zizek, Violence
Por João Neto às 07:04



