maio 29, 2009
maio 27, 2009
Sinónimos forçados
Por João Neto às 09:18
maio 25, 2009
Sacrifício
Por João Neto às 13:35
maio 22, 2009
Conhecimento
Por João Neto às 13:08
maio 20, 2009
Limites
Por João Neto às 07:01
maio 18, 2009
Esforço
Por João Neto às 10:59
maio 14, 2009
Possibilidades
Por João Neto às 15:37
abril 30, 2009
Acordar
Por João Neto às 07:03
abril 27, 2009
Por João Neto às 08:00
abril 24, 2009
Problema
Por João Neto às 06:02
abril 22, 2009
Composição
Por João Neto às 07:55
abril 21, 2009
Dogma
[...] 26Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: «Tomai, comei: Isto é o meu corpo.» 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho, dizendo: «Bebei dele todos. 28Porque este é o meu sangue, sangue da Aliança, que vai ser derramado por muitos, para perdão dos pecados. [Mateus 26-28]
Por João Neto às 09:32
abril 17, 2009
Teoria e Prática
Por João Neto às 08:01
abril 16, 2009
Ler sempre Vergílio Ferreira
"Como exprimir em duas linhas o que venho tentando explicar já não sei em quantos livros? A vida é um valor desconcertante pelo contraste entre o prodígio que é e a sua nula significação. Toda a «filosofia da vida» tem de aspirar à mútua integração destes contrários. Com uma transcendência divina, a integração era fácil. Mas mais difícil do que o absurdo em que nos movemos seria justamente essa transcendência. Há várias formas de resolver tal absurdo, sendo a mais fácil precisamente a mais estúpida, que é a de ignorá-lo.
Mas se é a vida que ao fim e ao cabo resolve todos os problemas insolúveis - às vezes ou normalmente, pelo seu abandono - nós podemos dar uma ajuda. Ora uma ajuda eficaz é enfrentá-lo e debatê-lo até o gastar… Porque tudo se gasta: a música mais bela ou a dor mais profunda. Que pode ficar-nos para já de um desgaste que promovemos e ainda não operamos? Não vejo que possa ser outra coisa além da aceitação, não em plenitude - que a não há ainda - mas em resignação. Filosofia da velhice, dir-se-á. Com a diferença, porém, de que a velhice quer repouso e nós ainda nos movemos bastante." Vergílio Ferreira, Um Escritor Apresenta-se [via Notas aos Café]
Por João Neto às 16:12
abril 15, 2009
Via Robotica
Por João Neto às 10:50
abril 13, 2009
Consequências
Por João Neto às 08:20
abril 09, 2009
Do real à metáfora
Por João Neto às 09:03
abril 07, 2009
Reviver o Passado em Braindead
Podes fazer o zapping que quiseres, está a dar televisão em todos os canais.
Por João Neto às 08:09
abril 06, 2009
abril 01, 2009
Vantagens competitivas
Por João Neto às 09:00
março 30, 2009
Magia e Ciência
Por João Neto às 07:54
março 26, 2009
A montanha e o rato
Por João Neto às 08:00
março 23, 2009
Escalas
Por exemplo, o isolamento é um factor decisivo sobre a dinâmica de uma dada cultura. Centenas de habitantes num ambiente pequeno não conseguem persistir muito tempo até desaparecerem (como atesta a arqueologia em muitas pequenas e isoladas ilhas) seja por migração, extinção ou extermínio. Comunidades dispersas cujo total atinja os milhares de pessoas a viver em áreas um pouco maiores são capazes de subsistir milhares de anos mas correm o risco de ver o seu conhecimento regredir de novo para o paleolítico, pela incapacidade de manter invenções e outras tradições úteis contra os azares ocasionais da história (como no caso das comunidades nativas da Tasmânia). São precisos milhões de pessoas para o surgimento de nações e o suporte de continentes inteiros para que existam comunidades suficientemente dispersas e redes suficientemente resistentes para que as conquistas do passado não se percam das gerações futuras e possam subsistir noutros locais (a Europa Medieval recuperou as obras dos Gregos graças à civilização Árabe). Estas hipóteses são sustentadas por múltiplos dados históricos e científicos e, como excelente ponto de partida desta tese, podem ser lidos os dois livros de Jared Diamond: Guns, Germs and Steel e Collapse.
Se extrapolarmos para a escala seguinte, quais são as limitações da actual comunidade global de sete biliões num único planeta? Olhando para o presente, a humanidade está a consumir o ecossistema planetário a um ritmo demasiado elevado (como o fizeram, localmente, os Maias, os Anasazi ou as culturas do Crescente Fértil) e esta estrutura social pode estar condenada se não forem aplicadas mudanças sociais e ambientais relevantes. Será que na nossa dimensão ainda existem limites aos problemas que conseguimos resolver? O que poderia construir e solucionar uma comunidade de triliões de pessoas espalhadas por milhares de planetas? Que arte, filosofia ou ciência nasceria de uma rede social de dimensão interplanetária?
Por João Neto às 13:29
março 18, 2009
Diferença
Por João Neto às 11:11
março 16, 2009
Impedimento
Por João Neto às 07:57
março 13, 2009
Gestão
Por João Neto às 08:04
março 12, 2009
Prioridades
Por João Neto às 09:00
março 10, 2009
março 05, 2009
Separação
Na filosofia a noção de zombie é útil na discussão da cognição. Em vez de ser o morto-vivo dos filmes de terror, um zombie é um simulacro de pessoa (apesar deste termo conter já um juízo de valor), um corpo que, externamente, se comporta como uma pessoa sendo impossível de distinguirmos entre quem é zombie e quem não o é. Em resumo, um zombie é igual em tudo menos na consciência (ou no Mundo Interior). Mas o que aconteceria se programássemos esse zombie para pensar que tinha um Mundo Interior? Ou seja, parte do cérebro do zombie seria gasto a executar um conjunto de processos inúteis (do ponto de vista do desempenho externo, já que nada mudaria na sua interacção com o mundo) de modo a enganá-lo com a sensação de ter esse ecossistema emocional tão típico das mentes humanas? Que diferença sobraria entre nós e «eles»?
* Poderíamos, numa linha conspiratória, dizer que a consciência é um conjunto de memes que sequestrou a espécie humana para a fazer construir sociedades cujo fundamento básico é a sua auto-perpetuação, ou seja, tornar inevitável a cópia desses processos nas crianças que nascem e que são educadas no seu seio; mas este é um cenário um pouco mais literário e talvez menos útil.
Por João Neto às 14:47
