março 13, 2009
março 12, 2009
Prioridades
Por João Neto às 09:00 0 comentário(s)
março 10, 2009
Crenças
"Uma crença é razoável apenas quando existe evidência em favor da sua verdade" James Rachels
Por João Neto às 09:00 1 comentário(s)
março 05, 2009
Separação
Na filosofia a noção de zombie é útil na discussão da cognição. Em vez de ser o morto-vivo dos filmes de terror, um zombie é um simulacro de pessoa (apesar deste termo conter já um juízo de valor), um corpo que, externamente, se comporta como uma pessoa sendo impossível de distinguirmos entre quem é zombie e quem não o é. Em resumo, um zombie é igual em tudo menos na consciência (ou no Mundo Interior). Mas o que aconteceria se programássemos esse zombie para pensar que tinha um Mundo Interior? Ou seja, parte do cérebro do zombie seria gasto a executar um conjunto de processos inúteis (do ponto de vista do desempenho externo, já que nada mudaria na sua interacção com o mundo) de modo a enganá-lo com a sensação de ter esse ecossistema emocional tão típico das mentes humanas? Que diferença sobraria entre nós e «eles»?
* Poderíamos, numa linha conspiratória, dizer que a consciência é um conjunto de memes que sequestrou a espécie humana para a fazer construir sociedades cujo fundamento básico é a sua auto-perpetuação, ou seja, tornar inevitável a cópia desses processos nas crianças que nascem e que são educadas no seu seio; mas este é um cenário um pouco mais literário e talvez menos útil.
Por João Neto às 14:47 0 comentário(s)
fevereiro 26, 2009
Mistério
Por João Neto às 12:50 0 comentário(s)
fevereiro 23, 2009
Custo-Benefício
Por João Neto às 09:19 2 comentário(s)
fevereiro 18, 2009
Sala de Fumo
Por João Neto às 15:45 0 comentário(s)
fevereiro 16, 2009
Big Bangs
Por João Neto às 12:00 0 comentário(s)
fevereiro 12, 2009
Sustentação
Por João Neto às 10:03 0 comentário(s)
fevereiro 10, 2009
Custo Benefício
Por João Neto às 14:27 0 comentário(s)
fevereiro 05, 2009
Espelho (m)eu
Por João Neto às 13:05 0 comentário(s)
fevereiro 02, 2009
Movimento Browniano
Por João Neto às 10:17 0 comentário(s)
janeiro 29, 2009
janeiro 26, 2009
Jeitos
Por João Neto às 22:16 0 comentário(s)
janeiro 19, 2009
Fronteira
Por João Neto às 12:21 2 comentário(s)
janeiro 16, 2009
Dinheiro
Por João Neto às 09:34 0 comentário(s)
janeiro 12, 2009
Auctoritate
Por João Neto às 16:18 1 comentário(s)
janeiro 08, 2009
Analfabetismo
Por João Neto às 22:29 2 comentário(s)
janeiro 05, 2009
A Guerra dos Clones
Por João Neto às 14:50 3 comentário(s)
dezembro 29, 2008
Simbiose
Por João Neto às 14:36 3 comentário(s)
dezembro 22, 2008
Maquilhagem
Por João Neto às 20:46 0 comentário(s)
dezembro 18, 2008
Padrão
Por João Neto às 20:50 1 comentário(s)
dezembro 11, 2008
Um Holocausto (quase) esquecido
No meio de um dos episódios da "Grande Guerra" da BBC é referido o genocídio do Congo Belga pela mão responsável do Rei Leopoldo II da Bélgica. O número de mortos descrito nesse episódio era na ordem dos milhões. Quando ouvi este número (milhões, seja um, seja dez, são milhões) tive dificuldade em acreditar que uma nação neutral durante a maior parte do século XX, e vítima consecutiva das duas guerras europeias, fosse capaz de tal coisa. Este é um Holocausto da dimensão sofrida pelos Judeus, Ciganos e outros às mãos do Nazis. Diversas fontes referem dez milhões de mortos e que, após o assassinato concertado de populações inteiras durante cerca de vinte anos (acompanhadas por violações sistemáticas, de amputações de mãos como prova de morte), reduziu a metade a população do Zaire! Uma das primeiras obras que descreve este monstruoso acto é de 1909 pela mão de Conan Doyle e pode ser lido aqui. Outra referência encontra-se no livro "Heart of Darkness" de Joseph Conrad cujos horrores descritos se baseiam nestes acontecimentos. Outra coisa que espanta e revolta é o silêncio à volta deste evento. Até à publicação do livro King Leopold's Ghost de Adam Hochschildem (em1998) e que vendeu centenas de milhares de cópias [1, 2], não havia sequer um debate na Bélgica quanto mais um assumir de responsabilidade histórica pelo sucedido (há, de 2006, um documentário norte-americano sobre este período). O sucesso do livro provocou a ira de vários historiadores belgas que, em 2002, decidiram estudar o assunto (!). No museu belga Royal Museum for Central Africa (Tervuren Museum) não havia qualquer indicação para o genocídio [3]. Como não encontrei nada sobre a conclusão dos tais historiadores ofendidos, não faço ideia se já mudaram alguma coisa neste caso patológico de amnésia colectiva (o parlamento britânico também não). Tanto quanto sei, a história belga continua a ter em grande consideração o seu Rei Leopoldo II.Por João Neto às 22:52 1 comentário(s)
dezembro 10, 2008
Basta
"O cepticismo não é irrefutável, mas manifestamente um contra-senso, se pretende duvidar onde não se pode perguntar." Ludwig Wittgenstein, Tratactus Logico-Philosophicus, 6.51
Por João Neto às 16:43 0 comentário(s)
dezembro 03, 2008
Let the kids decide

(c) 2005 The Philadelphia Inquirer.
Por João Neto às 20:46 3 comentário(s)
novembro 26, 2008
Ser
Por João Neto às 12:10 0 comentário(s)
novembro 17, 2008
Extremos
Por João Neto às 19:00 0 comentário(s)
novembro 04, 2008
v.2.0
Por João Neto às 14:47 0 comentário(s)
outubro 21, 2008
Quando?
"Se eu não sou por mim, quem será? Se eu sou por mim, quem sou? E se não agora, quando?" Rabbi Hillel
Por João Neto às 14:34 1 comentário(s)

