fevereiro 02, 2009
janeiro 29, 2009
janeiro 26, 2009
Jeitos
Por João Neto às 22:16 0 comentário(s)
janeiro 19, 2009
Fronteira
Por João Neto às 12:21 2 comentário(s)
janeiro 16, 2009
Dinheiro
Por João Neto às 09:34 0 comentário(s)
janeiro 12, 2009
Auctoritate
Por João Neto às 16:18 1 comentário(s)
janeiro 08, 2009
Analfabetismo
Por João Neto às 22:29 2 comentário(s)
janeiro 05, 2009
A Guerra dos Clones
Por João Neto às 14:50 3 comentário(s)
dezembro 29, 2008
Simbiose
Por João Neto às 14:36 3 comentário(s)
dezembro 22, 2008
Maquilhagem
Por João Neto às 20:46 0 comentário(s)
dezembro 18, 2008
Padrão
Por João Neto às 20:50 1 comentário(s)
dezembro 11, 2008
Um Holocausto (quase) esquecido
No meio de um dos episódios da "Grande Guerra" da BBC é referido o genocídio do Congo Belga pela mão responsável do Rei Leopoldo II da Bélgica. O número de mortos descrito nesse episódio era na ordem dos milhões. Quando ouvi este número (milhões, seja um, seja dez, são milhões) tive dificuldade em acreditar que uma nação neutral durante a maior parte do século XX, e vítima consecutiva das duas guerras europeias, fosse capaz de tal coisa. Este é um Holocausto da dimensão sofrida pelos Judeus, Ciganos e outros às mãos do Nazis. Diversas fontes referem dez milhões de mortos e que, após o assassinato concertado de populações inteiras durante cerca de vinte anos (acompanhadas por violações sistemáticas, de amputações de mãos como prova de morte), reduziu a metade a população do Zaire! Uma das primeiras obras que descreve este monstruoso acto é de 1909 pela mão de Conan Doyle e pode ser lido aqui. Outra referência encontra-se no livro "Heart of Darkness" de Joseph Conrad cujos horrores descritos se baseiam nestes acontecimentos. Outra coisa que espanta e revolta é o silêncio à volta deste evento. Até à publicação do livro King Leopold's Ghost de Adam Hochschildem (em1998) e que vendeu centenas de milhares de cópias [1, 2], não havia sequer um debate na Bélgica quanto mais um assumir de responsabilidade histórica pelo sucedido (há, de 2006, um documentário norte-americano sobre este período). O sucesso do livro provocou a ira de vários historiadores belgas que, em 2002, decidiram estudar o assunto (!). No museu belga Royal Museum for Central Africa (Tervuren Museum) não havia qualquer indicação para o genocídio [3]. Como não encontrei nada sobre a conclusão dos tais historiadores ofendidos, não faço ideia se já mudaram alguma coisa neste caso patológico de amnésia colectiva (o parlamento britânico também não). Tanto quanto sei, a história belga continua a ter em grande consideração o seu Rei Leopoldo II.Por João Neto às 22:52 1 comentário(s)
dezembro 10, 2008
Basta
"O cepticismo não é irrefutável, mas manifestamente um contra-senso, se pretende duvidar onde não se pode perguntar." Ludwig Wittgenstein, Tratactus Logico-Philosophicus, 6.51
Por João Neto às 16:43 0 comentário(s)
dezembro 03, 2008
Let the kids decide

(c) 2005 The Philadelphia Inquirer.
Por João Neto às 20:46 3 comentário(s)
novembro 26, 2008
Ser
Por João Neto às 12:10 0 comentário(s)
novembro 17, 2008
Extremos
Por João Neto às 19:00 0 comentário(s)
novembro 04, 2008
v.2.0
Por João Neto às 14:47 0 comentário(s)
outubro 21, 2008
Quando?
"Se eu não sou por mim, quem será? Se eu sou por mim, quem sou? E se não agora, quando?" Rabbi Hillel
Por João Neto às 14:34 1 comentário(s)
outubro 13, 2008
Tudo ou Nada
Por João Neto às 20:47 1 comentário(s)
outubro 06, 2008
Foco
Por João Neto às 20:32 0 comentário(s)
setembro 30, 2008
Dura Lex
Por João Neto às 11:18 0 comentário(s)
setembro 26, 2008
Bifurcação
Por João Neto às 16:24 0 comentário(s)
setembro 15, 2008
Diferença
Por João Neto às 18:49 1 comentário(s)
setembro 10, 2008
Piloto Automático vs.'Eu'
Por João Neto às 22:52 0 comentário(s)
setembro 05, 2008
Cebolada
Por João Neto às 17:02 0 comentário(s)
agosto 02, 2008
Aproximações
Alguns pontos:
1) O livre-arbítrio estará para sempre protegido pela irredutibilidade do processo cognitivo. Não sendo analisável, será esta uma demonstração do seu carácter subjectivo?
2) O facto que ser irredutível faz com que seja impossível testar se a mente é ou não clonável (como saber se as duas mentes fariam o mesmo num futuro suficientemente distante?). Não parece tecnicamente possível copiar exactamente todo um cérebro, mas mesmo que fosse exequível, as duas mentes começariam desde logo a divergir devido à sensibilidade aos parâmetros inerente à cognição.
3) Copiar uma mente é diferente que criar uma boa aproximação. Uma aproximação permite relaxar certos pontos. Por exemplo, se tivermos uma teoria suficientemente precisa do tempo atmosférico, apesar de ser impossível recriar o tempo real, é possível alimentar um modelo com valores aceitáveis e executar um tempo virtual. Este tempo virtual não permite prever o tempo real, mas matematicamente, dentro da estrutura abstracta dessa teoria, não existem diferenças qualitativas entre os dois. Por analogia, tendo nós uma teoria da cognição, poderíamos criar uma simulação (o necessário poder computacional será uma inevitabilidade ainda neste século) e executar 'uma pessoa'. Não uma pessoa que exista ou existiu, mas uma pessoa possível, talvez mesmo uma aproximação minha, vossa. Será algo, alguém, que nos dirá que sente, que pensa, e que argumentará connosco em sua própria defesa, como o faria qualquer um de nós.
Por João Neto às 20:45 0 comentário(s)
julho 31, 2008
Imagens
Por João Neto às 15:53 0 comentário(s)
julho 30, 2008
O Fim do Destino
Por João Neto às 10:02 0 comentário(s)
julho 21, 2008
Passagem
Por João Neto às 20:49 0 comentário(s)
julho 15, 2008
Separação
Por João Neto às 21:37 0 comentário(s)
