abril 09, 2008
abril 07, 2008
Passo a passo
Por João Neto às 22:46 2 comentário(s)
abril 03, 2008
Balança
Por João Neto às 09:02 0 comentário(s)
abril 01, 2008
Posta de Pescada
Por João Neto às 22:23 0 comentário(s)
março 11, 2008
Natureza Fractal

O rio Nilo, já bem dentro de África, a lembrar uma estrutura fractal do conjunto de Mandelbrot.
Por João Neto às 22:08 1 comentário(s)
março 10, 2008
Efeitos
Por João Neto às 10:53 0 comentário(s)
março 04, 2008
Movimento
Por João Neto às 15:06 0 comentário(s)
fevereiro 13, 2008
Escalas Cósmicas

Por João Neto às 13:43 1 comentário(s)
fevereiro 07, 2008
Ritmos
Por João Neto às 21:56 0 comentário(s)
janeiro 15, 2008
Simulação e realidade
Seja o seguinte momento, em 2005: levo a minha filha de 14 anos à exibição sobre o Charles Darwin no Museu Americano de História Natural. A exibição documenta a vida de Darwin [...] e, à entrada, encontra-se uma tartaruga das ilhas Galápagos. O animal repousa da sua jaula, perfeitamente imóvel. “Podiam ter usado um robot.” comenta a minha filha. “É uma pena trazer uma tartaruga até aqui para um papel que atrai tão pouca atenção”. Eu fico surpreendido com estes comentários, ao mesmo tempo solícitos pela pobre tartaruga presa, como pela despreocupação da autenticidade da mesma. Como a fila de espera para comprar os bilhetes é grande, aproveito o tempo para perguntar aos outros pais e aos seus filhos se ligam ou não ao facto da tartaruga estar viva. Uma menina de dez anos também preferiria um robot porque a autenticidade tem as suas desvantagens estéticas, “A água está muito suja. É nojento.” Na maioria dos casos, as opiniões reflectem as da minha filha. Neste cenário, o facto de escolher uma tartaruga real não parece valer o trabalho de a ter trazido até ali. Uma rapariga de doze anos: “Para o que as tartarugas fazem, não é preciso ter uma viva.” O pai dela, observa-a, sem compreender: “Mas o que interessa é ela estar viva, é precisamente esse o ponto.” [...] A exposição foca-se na autenticidade: podemos olhar para a lente que Darwin realmente usava, ver os seus cadernos com algumas das frases onde se falou pela primeira vez da Evolução. Mas as reacções das crianças apontam que a ideia do ‘original’ está em crise.
Há muito que acredito que, na cultura da simulação, a noção do autêntico está para nós como o sexo estava para os Vitorianos – “ameaça e obsessão, tabu e fascínio”. Tenho convivido com esta noção desde há muitos anos. Porém, no museu, acho surpreendente e perturbadora a reacção das crianças. Para elas, neste contexto, o animal vivo não parece ter valor intrínseco. Seria apenas útil se servisse um determinado objectivo. “Se a substituir-mos por um robot, deveríamos dizer às pessoas que a tartaruga não estaria viva?”, pergunto eu. “Nem por isso”, respondem-me diversas crianças. Esse tipo de informação pode ser partilhado apenas se houver necessidade disso. Assim, qual é o propósito das coisas vivas? Quando precisamos saber se algo está vivo?
Consideremos outra situação de 2005: uma mulher idosa, num lar em Boston, encontra-se triste: o seu filho afastou-se dela há relativamente pouco tempo. Este lar faz parte de um estudo que conduzo sobre robots de apoio à velhice. Gravo as reacções dela, quando ela se senta perto do robot Paro, um robot em forma de foca, anunciado como o primeiro robot terapêutico pelos seus efeitos positivos nos doentes, nos velhos, nos emocionalmente perturbados. Paro é capaz de olhar nos olhos das pessoas detectando a origem da voz, é sensível ao toque, e possui ‘estados de alma’ que dependem de como é tratado, por exemplo, se é acariciado ou tratado com agressividade. Nesta sessão com Paro, a mulher, deprimida pela situação com o seu filho, acredita que o robot também está deprimido. Ela vira-se para Paro e faz-lhe festas enquanto o conforta “Sim, tu estás triste, não estás? É duro estar aqui”, tentando, ao mesmo tempo, confortá-lo. E ao fazê-lo, tenta-se confortar a si mesma.
A crença da mulher de se fazer entender é baseada na capacidade de objectos computacionais, como Paro, convencerem os seus utilizadores que existe uma relação afectiva. Eu chamo a estes artefactos (alguns são virtuais, outros objectos físicos), ‘artefactos relacionais’. A sua capacidade de inspirar relações não é baseada na inteligência ou consciência, mas apenas na habilidade de pressionar certos botões darwinianos que existem nas pessoas (estabelecer contacto visual, por exemplo) que fazem com que respondamos como se existisse uma relação. Para mim, os artefactos relacionais, na nossa cultura digital, são – como Freud disse – o muito familiar a tomar estranhamente uma forma não familiar. E, assim, somos confrontados com uma série de novas perguntas.
O que diz sobre nós esta tecnologia de apoio sentimental nos dois momentos da nossa vida onde estamos mais dependentes (a infância e a velhice)? O que fará por nós? Será que os planos de utilizar robots relacionais far-nos-á não procurar outras soluções? As pessoas terão tendência a amar os seus robots, mas se a nossa experiência com artefactos relacionais se basear numa partilha fundamentalmente falsa, será isso bom para nós? Ou poderá ser bom para nós na sensação superficial do momento mas mau para nós enquanto seres morais?
As relações com robots trazem de volta Darwin e a sua perigosa ideia: o desafio à unicidade do ser humano. Quando vemos crianças ou idosos a trocar carícias com animais de estimação artificiais a questão mais importante não é saber se irão amá-los mais do que aos animais reais, ou até mais que os respectivos pais ou filhos, mas sim, o que passará a significar amar alguém?" adaptado do texto de Shery Turkle
Por João Neto às 12:17 2 comentário(s)
dezembro 19, 2007
Acumulação histórica
Fio a fio, cabo a cabo, ao longo dos anos de compras de gadjets (todos essenciais) o acumular de 'desordem' deu nisto. Coloco a palavra entre aspas porque na verdade o sistema a que estes fios pertenciam e sustentavam funcionava perfeitamente (só era lento...) [agora vem a veia metafórica e que, suponho, me justifica o post] Como adivinhar a forma de um sistema que evolui através de uma história fortuita, composta por momentos irrepetíveis, por decisões contingentes? Que lei, física, económica, social, pode prever os detalhes da estrutura mesmo que saiba (e como saber o futuro?) a futura função da coisa complexa que observa?Por João Neto às 20:52 2 comentário(s)
dezembro 17, 2007
Travessia
Por João Neto às 10:29 1 comentário(s)
dezembro 13, 2007
O consumismo explica o paradox de Fermi
[...] Parecem existir duas possibilidades. Ou a Ciência sobrestimou a possibilidade de inteligência ET ou talvez essas inteligências tenham uma tendência para se auto-limitarem, até mesmo auto-exterminarem. [...] Eu sugiro uma terceira possibilidade, talvez uma ainda mais sombria solução para o paradoxo de Fermi. Basicamente, os ETs não se explodem a si mesmos, eles apenas se viciam em jogos de computador. Eles esquecem-se de enviar sinais rádio ou colonizar o espaço porque estão muito ocupados a consumir e em exercitar o seu narcisismo numa qualquer realidade virtual. Eles não precisam de Sentinelas para os escravizar numa Matriz, eles fazem-no a si próprios, como nós fazemos hoje em dia.
O problema fundamental é que uma mente desenvolvida precisa tomar atenção a pistas indirectas de adaptação biológica, em vez de se focar na própria adaptação. Nós não procuramos o sucesso reprodutivo directamente; nós procuramos comida saborosa que promova a sobrevivência e parceiros interessantes que nos possam dar a melhor descendência possível. Resultado moderno: fast food e pornografia. A tecnologia é bastante boa para controlar a realidade externa e aumentar a nossa adaptação biológica real, mas é ainda melhor a criar e promover adaptações falsas – pistas subjectivas de sobrevivência e reprodução, sem os efeitos reais. Um sumo natural de laranja custa muito mais que um refrigerante de fruta light. Ter amigos requer um muito maior esforço que seguir o Friends na TV. Na verdade, colonizar a Galáxia é muito mais difícil que fingir fazê-lo na Guerra das Estrelas.
A tecnologia que cria adaptações falsas tende a evoluir muito mais depressa que a nossa resistência psicológica ao processo. Desde que a imprensa foi inventada, as pessoas lêem mais e têm menos filhos. Desde que a Xbox foi inventada, as pessoas preferem ser uma versão de alta-definição do King Kong do que ser um ser humano real de definição perfeita. Os adolescentes vêem-se cercados por uma multidão de produtos electrónicos que lhes cativam a atenção, e fazem menos exercício físico. Um licenciado no MIT prefere entrar na indústria dos jogos do que ir para a NASA.
Por volta de 1900 as invenções eram sobre a realidade física: carros, aviões, luz eléctrica, soutiens, zippers. Em 2005, a maioria das invenções são sobre entretenimento virtual. As principais patentes são da IBM, Canon, HP, Intel, Toshiba, não da Boeing, Toyota ou Wonderbra. Nós já mudámos de uma economia real para uma economia virtual., da física para a psicologia como critério para a alocação de valores e de recursos. O princípio do prazer de Freud triunfa sobre o princípio da realidade. Nós concentramo-nos em emitir localmente estórias de interesse humano, uns para os outros, e não em emitir mensagens de paz e progresso universal para outros sistemas solares.
Talvez os ETs tenham feito o mesmo. Eu suspeito que um período de narcisismo e de adaptações falsas seja inevitável quando uma espécie inteligente evolui. Esta é a Grande Tentação para qualquer espécie tecnológica – de moldar a sua realidade subjectiva para providenciar sobrevivência e sucesso reprodutivo sem substância real. Talvez a maioria destas espécies se extingam gradualmente, alocando cada vez mais tempo e recursos para os seus prazeres, e cada vez menos para as suas crianças.
Talvez certas personalidades, passadas geneticamente e culturalmente, resistam à Grande Tentação e durem mais. Aqueles que persistirem terão mais auto-controle, serão mais pragmáticos. Terão um horror ao virtual, às drogas que alteram a mente, à contracepção. Irão salientar o valor do trabalho árduo, a gratificação adiada, a educação dos filhos, a protecção ambiental.
A minha ideia perigosa é que isto já está a acontecer. Os fundamentalistas, os activistas anti-consumo, já entenderam o que é a Grande Tentação, e têm uma resposta para evitá-la. Eles isolam-se da nossa economia e produtos virtuais e esperam pacientemente que o nosso narcisismo nos destrua. Serão eles a herdar a Terra, como ETs semelhantes a eles herdaram os respectivos planetas. Quando, finalmente, se estabelecer Contacto, não será uma reunião de leitores de ficção científica ou de apreciadores de jogos de computador. Será um encontro de pais de família extremamente sérios que irão congratular-se mutuamente por terem sobrevivido não só à Bomba mas também à XBox. E trocarão brindes não num ambiente virtual semi-erótico mas sim no solo sagrado de uma Igreja." adaptado do texto de Geoffrey Miller
Por João Neto às 22:23 4 comentário(s)
dezembro 10, 2007
Incompreensão
Por João Neto às 10:43 0 comentário(s)
dezembro 07, 2007
O inferno não são os outros
Por João Neto às 14:44 0 comentário(s)
dezembro 05, 2007
O Mundo pode ser Fundamentalmente Inexplicável
O objectivo último da Física, como é normalmente descrito, é ter uma «teoria de tudo», onde todas as leis fundamentais que descrevem a Natureza possam ser descritas na frente de uma T-Shirt. Porém, com o reconhecimento que a energia dominante do Universo reside do espaço vazio - algo tão peculiar que é muito difícil entender no contexto das teorias físicas que possuímos - cada vez mais físicos têm explorado a ideia que talvez a Física seja uma «ciência ambiental», ou seja, que as leis que observamos são meros acidentes e que existe um número infinito de Universos diferentes, cada um com diferentes leis físicas. [...] Neste caso, o fim da física teórica «fundamental» (i.e., a procura das leis microscópicas fundamentais... porque existirá sempre muito trabalho para os físicos entenderem a multidão de fenómenos complexos que ocorrem nas diferentes escalas do mundo) pode ocorrer não através da teoria de tudo mas sim com o reconhecimento que as ditas leis fundamentais que podem descrever o mundo são fenomenológicas, ou seja, que podem ser deriváveis da observação de fenómenos mas que não reflectem uma profunda ordem matemática do Universo (e que nos traria o entendimento básico de como o Universo é como é)." adaptado do texto de Lawrence Krauss em http://www.edge.org/q2006/q06_8.html#krauss
Por João Neto às 10:35 0 comentário(s)
novembro 26, 2007
Eventuais fronteiras
Por João Neto às 10:28 2 comentário(s)
novembro 21, 2007
Não existem suficientes mentes para albergar o explosivo crescimento da população de memes.
A população humana ainda está a crescer, mas não ao ritmo do crescimento dos memes. Existe uma competição entre memes para ocupar o espaço limitado dos cérebros humanos, e muitos terão de ficar de fora. Graças aos nossos brilhantes e incessantes esforços e ao nosso apetite insaciável por novidades, criámos um fluxo crescente de informação, em todos os meios de comunicação e em todos os tópicos e assuntos. Agora, ou (1) afogar-nos-emos em informação ou (2) não nos afogamos. Qualquer das alternativas é perturbadora. O que quero eu dizer por afogar? Que iremos ficar psicologicamente submergidos, incapazes de processar a informação disponível e realizar decisões sobre a nossa vida face à imensa quantidade de possibilidades e opções oferecidas. [...] Se não nos afogarmos, como vamos lidar com esta situação? Se, de alguma forma, aprendermos a nadar da crescente maré da infosfera, isso significará que nós -- ou seja, os nossos netos e bisnetos -- seremos muito diferentes dos nossos antepassados. Como seremos? O que quer que «nós» sejamos, ainda mamíferos, já robots, o que saberemos e o que teremos, para sempre, esquecido? O que acontecerá com as nossas referências culturais? Provavelmente os nossos descendentes reconhecerão algumas (as pirâmides do Egipto, a Aritmética, a Bíblia, Paris, Shakespeare, Einstein, Bach...) mas à medida que ondas e ondas de novidade passam sobre elas, o que perderemos? Os Beatles são maravilhosos, mas se a sua imortalidade cultural for comprada à custa de outras figuras do Século XX, como Billie Holiday, Igor Stravinsky, ou Georges Brassens (hmm... quem é este?) o que restará desta nossa cultura?
As diferenças intergeracionais que todos nós experimentamos, presumivelmente serão multiplicadas até ao ponto que a informação pura que todos armazenamos nos nossos gadgets serão incompreensíveis para os outros, excepto que teremos muitas pedras de Roseta inteligentes capazes de «traduzir» material estranho em formatos que (pensamos nós) seremos capazes de interpretar. [...] O que acontecerá ao nosso conhecimento comum no futuro? Penso que os nossos antepassados tiveram a tarefa facilitada: fora as informações discretas dos rumores e de alguns segredos de estado ou de comércio, as pessoas sabiam essencialmente as mesmas coisas, e sabiam que sabiam o mesmo. Simplesmente não havia muito que saber.
Eu vejo pequenos projectos que poderão nos proteger, até certo grau, se realizados com sabedoria. Pensem em todo o trabalho publicado em jornais científicos antes de, por exemplo 1990, que está em perigo de se tornar practicamente invisível para os investigadores porque não podem ser acedidos online por um bom motor de busca. Digitalizar tudo e disponibilizar na net não é suficiente pois há demasiada informação. Mas podemos criar projectos de comunidades virtuais formadas por investigadores reformados, com motivação e conhecimento dessas bibliotecas, que possam usar a sua experiência para seleccionar os melhores trabalhos tornando-os acessíveis à próxima geração de investigadores. Este tipo de actividade tem sido vista como um trabalho académico próprio para classissistas e historiadores mas não digno de cientistas de ponta. Acho que devemos mudar esta perspectiva e ajudar as pessoas a reconhecer a importância de providenciar, aos outros, caminhos mais claros entre as nossas florestas de informação. É uma gota de água, mas talvez se começarmos a pensar na conservação de informação valiosa, possamos salvar os nossos descendentes de um colapso informacional." adaptado do texto de Daniel Dennet em http://www.edge.org/q2006/q06_8.html#dennett
Por João Neto às 22:31 0 comentário(s)
novembro 15, 2007
O 'eu' é uma quimera conceptual
Por João Neto às 15:28 0 comentário(s)
novembro 12, 2007
Luz e Calor
Por João Neto às 15:20 0 comentário(s)
novembro 07, 2007
Mistura
Por João Neto às 21:57 0 comentário(s)
outubro 29, 2007
Ilusionismo
Por João Neto às 17:48 0 comentário(s)
outubro 24, 2007
Colapso
Por João Neto às 10:55 0 comentário(s)
outubro 22, 2007
Epsilon [Conclusão]
Por João Neto às 14:03 0 comentário(s)
outubro 17, 2007
O objectivo da vida é dispersar energia
Há cada vez mais evidência que a vida, a bioesfera, não é diferente. É comum ouvir que a complexidade da vida contraria a 2ª lei (invocando uma divindade ou algum processo natural desconhecido). No entanto, a evolução e a dinâmica dos ecossistemas obedecem à 2ª lei funcionando em grande parte para dissipar energia. Eles não o fazem ardendo rápido e desaparecendo, como um fogo numa floresta, mas através de um fogo lento, de ciclos metabólicos estáveis que guardam energia e continuamente reduzem o gradiente solar (principalmente pela fotossíntese, pelas acção das bactérias e das algas).
Virtualmente todos os organismos, humanos incluídos, são transmutações da luz solar, passagens temporárias desse fluxo energético. A dinâmica ecológica, do ponto de vista termodinâmico, é um processo que maximiza a captura e degradação de energia. De igual forma, a tendência para a vida se tornar mais complexa nos últimos 3500 milhões de anos (bem como o aumento da biomassa e da diversidade dos organismos) não é simplesmente derivada da selecção natural, como muitos evolucionistas argumentam, mas também do «esforço» da natureza de absorver cada vez mais luz solar.
A ecologia tem sido resumida à frase «a energia flui, a matéria recicla-se». Porém, esta máxima aplica-se também aos sistemas complexos no mundo não-vivo; unindo literalmente a biosfera à geoesfera. Cada vez mais se percebe que os sistemas complexos, cíclicos, de matéria tem uma tendência natural para emergir face a gradientes de energia. Este fenómeno recorrente pode ter sido uma das forças motrizes para o inicial surgir da vida.
[...] O conceito da vida como um fluxo energético, uma vez totalmente digerido, é profundo. Como Darwin uniu o Homo Sapiens aos restantes animais, a perspectiva termodinâmica conecta inexoravelmente a vida ao mundo não-vivo. Se assim for, a evolução não é dirigida pelas maquinações de genes egoístas com o intuíto de se propagarem pelos milénios. O que pode ocorrer é a ecologia e a evolução operarem em conjunto como uma forma eficiente e muito persistente de reduzir o gradiente gerado pela estrela mais próxima. A minha opinião é que a teoria da evolução (o processo, não o facto da evolução!) e a biologia no geral, estão a dirigir-se para uma revolução uma vez entendida a noção que os sistemas complexos da terra e da vida não estão só inter-conectados mas também são inter-dependentes nesse constante reciclar de matéria para manter o fluxo de energia.
Por João Neto às 22:10 0 comentário(s)
outubro 16, 2007
outubro 11, 2007
Semelhanças
Por João Neto às 11:33 0 comentário(s)
outubro 08, 2007
Fronteira
Por João Neto às 12:34 0 comentário(s)
outubro 04, 2007
Retirada Estratégica
Por João Neto às 10:51 0 comentário(s)
outubro 02, 2007
X is-a Y
Por João Neto às 22:40 0 comentário(s)