junho 18, 2007
junho 14, 2007
Narrativas
Por João Neto às 21:09 4 comentário(s)
junho 11, 2007
Submissão temporária
Por João Neto às 09:32 1 comentário(s)
junho 07, 2007
Limites I
Por João Neto às 08:22 2 comentário(s)
junho 05, 2007
Complicações
Por João Neto às 21:17 2 comentário(s)
junho 04, 2007
Paciência
Por João Neto às 15:19 0 comentário(s)
junho 01, 2007
Separação
Por João Neto às 22:39 0 comentário(s)
maio 28, 2007
Uma ou várias amostras?
Quanto à nossa mente humana reconheço que dificilmente se poderá separar - de forma incólume - da herança histórica do corpo humano. Por um lado porque talvez ela seja apenas a consequência da nossa interacção com o mundo ou, talvez, porque se encontra irremediavelmente unida à forma como esse mesmo corpo funciona. Mas a (eventual) «função mental», a plasticidade conceptual que nos define, as características essenciais que nos fazem sentir únicos, poderão ser replicadas noutros meios, em maior ou menor grau, com maior ou menor eficiência ou estranheza (e este oceano de possibilidades alimentará a ficção científica durante décadas antes de se tornar obsoleto ou normal).
Por João Neto às 13:17 0 comentário(s)
maio 23, 2007
Fronteira, uma vez mais...
Por João Neto às 18:25 0 comentário(s)
maio 21, 2007
Esforço
Por João Neto às 09:48 0 comentário(s)
maio 17, 2007
Nada
Como é possível não querer ler? Passar pela vida e, podendo, escrever nada?
Por João Neto às 21:10 0 comentário(s)
maio 14, 2007
Argumentação
Por João Neto às 08:23 0 comentário(s)
maio 11, 2007
Distinção
Por João Neto às 16:44 0 comentário(s)
maio 09, 2007
Desenho
Por João Neto às 09:19 0 comentário(s)
maio 04, 2007
Transferência
Por João Neto às 19:21 0 comentário(s)
abril 16, 2007
Verniz
Por João Neto às 12:15 0 comentário(s)
abril 12, 2007
Regras
Por João Neto às 22:56 0 comentário(s)
abril 09, 2007
abril 05, 2007
Sugestão de leitura
But maybe boredom is erotic, when women do it, for men. Margaret Atwood, The Handmaid's Tale
Por João Neto às 22:51 1 comentário(s)
abril 02, 2007
Desenho
Por João Neto às 12:55 1 comentário(s)
março 29, 2007
O problema da auto-análise
Por João Neto às 23:15 2 comentário(s)
março 26, 2007
Esculturas
Por João Neto às 10:25 0 comentário(s)
março 22, 2007
março 20, 2007
Redução
Por João Neto às 07:40 0 comentário(s)
março 16, 2007
Equilibrio
Por João Neto às 07:46 1 comentário(s)
março 13, 2007
Dos outros
Dos grandes erros que não fizeste, quantos deles foram os outros ou o mundo que te impediram de os cometer?
Por João Neto às 07:59 1 comentário(s)
março 05, 2007
Pessoa = Homo Sapiens + ?
Associamos «pessoa» aos seres humanos. Poderíamos também usar «pessoa» para definir alguém com consciência. Neste momento da História estas duas definições correspondem ao mesmo. Mas nem sempre foi assim. Há centenas de milhares de anos, chamaríamos ao animal Homo Sapiens, isolado de qualquer cultura, uma pessoa? Quanto ao futuro também não é garantido que esta igualdade se mantenha.
Poderá um programa de computador ser consciente? Este conceito não é facilmente aceite. O que é ser consciente? Podemos assumir a construção de softwares pensantes se não formos capazes de responder à pergunta anterior? Creio que saber as respostas destas perguntas não é um passo essencial para uma tal construção. Quanto interagimos com alguém assumimos implicitamente a sua consciência sem sabermos como tal processo funciona. Mais. Assumimos a nossa própria consciência como facto adquirido e, no entanto, somos incapazes de explicar quais são os detalhes da dinâmica do nosso cérebro, quais os passos específicos que nos define (seja sobre a memória ou o raciocínio, sobre os nossos próprios sentimentos, sobre esse empilhar de máscaras por onde se vislumbra uma personalidade).
Tentemos um exemplo. Seja um CD com o Requiem de Mozart. Esse CD não é a orquestra nem a obra musical por ela tocada. O CD é um sistema de memória que codifica uma aproximação dessa obra, uma aproximação de um momento específico, de uma míriade de nuances, desse instante em que um conjunto de pessoas, cada uma no seu universo familiar e cultural, se reuniu para interpretar uma obra musical. Possuindo um tradutor adequado (o nosso leitor de CDs), essa aproximação é convincente e somos capazes de usufruir a essência (o Requiem). Precisamos conhecer a vida pessoal daqueles músicos? A história de Mozart? O processo como se codifica um CD ou os detalhes técnicos da Física dos Lasers?
Se produzirmos um programa de computador com um elaborado processo de aprendizagem capaz de se aproximar do comportamento consciente e que satisfaça os critérios mais ou menos arbitrários que a nossa cultura determina, não será admissível classificar esse programa como consciente? Não necessitamos de saber os detalhes (que aliás poderão ser tão obscuros como a bioquímica do cérebro) para classificar uma sequência de padrões comportamentais como próprias de alguém consciente. Não sei se eu ou o próximo somos conscientes, até porque não detenho um critério objectivo que defina com exactidão essa hipotética fronteira. Parecemos conscientes e isso, para todos os efeitos, é suficiente.
O processo histórico tem, felizmente, assistido a progressivas generalizações da noção de pessoa e cidadão (os escravos não o eram, os bárbaros, os negros, os judeus, as mulheres e as crianças). Num eventual futuro haverá espaço para expandir ainda mais esta definição.
Por João Neto às 10:02 1 comentário(s)
março 02, 2007
Alice e o mesmo lado do espelho
Por João Neto às 14:15 0 comentário(s)
fevereiro 26, 2007
Jurisprudências
Por João Neto às 17:17 0 comentário(s)
fevereiro 23, 2007
Gravação
Por João Neto às 13:42 0 comentário(s)
