maio 11, 2007
maio 09, 2007
Desenho
Por João Neto às 09:19 0 comentário(s)
maio 04, 2007
Transferência
Por João Neto às 19:21 0 comentário(s)
abril 16, 2007
Verniz
Por João Neto às 12:15 0 comentário(s)
abril 12, 2007
Regras
Por João Neto às 22:56 0 comentário(s)
abril 09, 2007
abril 05, 2007
Sugestão de leitura
But maybe boredom is erotic, when women do it, for men. Margaret Atwood, The Handmaid's Tale
Por João Neto às 22:51 1 comentário(s)
abril 02, 2007
Desenho
Por João Neto às 12:55 1 comentário(s)
março 29, 2007
O problema da auto-análise
Por João Neto às 23:15 2 comentário(s)
março 26, 2007
Esculturas
Por João Neto às 10:25 0 comentário(s)
março 22, 2007
março 20, 2007
Redução
Por João Neto às 07:40 0 comentário(s)
março 16, 2007
Equilibrio
Por João Neto às 07:46 1 comentário(s)
março 13, 2007
Dos outros
Dos grandes erros que não fizeste, quantos deles foram os outros ou o mundo que te impediram de os cometer?
Por João Neto às 07:59 1 comentário(s)
março 05, 2007
Pessoa = Homo Sapiens + ?
Associamos «pessoa» aos seres humanos. Poderíamos também usar «pessoa» para definir alguém com consciência. Neste momento da História estas duas definições correspondem ao mesmo. Mas nem sempre foi assim. Há centenas de milhares de anos, chamaríamos ao animal Homo Sapiens, isolado de qualquer cultura, uma pessoa? Quanto ao futuro também não é garantido que esta igualdade se mantenha.
Poderá um programa de computador ser consciente? Este conceito não é facilmente aceite. O que é ser consciente? Podemos assumir a construção de softwares pensantes se não formos capazes de responder à pergunta anterior? Creio que saber as respostas destas perguntas não é um passo essencial para uma tal construção. Quanto interagimos com alguém assumimos implicitamente a sua consciência sem sabermos como tal processo funciona. Mais. Assumimos a nossa própria consciência como facto adquirido e, no entanto, somos incapazes de explicar quais são os detalhes da dinâmica do nosso cérebro, quais os passos específicos que nos define (seja sobre a memória ou o raciocínio, sobre os nossos próprios sentimentos, sobre esse empilhar de máscaras por onde se vislumbra uma personalidade).
Tentemos um exemplo. Seja um CD com o Requiem de Mozart. Esse CD não é a orquestra nem a obra musical por ela tocada. O CD é um sistema de memória que codifica uma aproximação dessa obra, uma aproximação de um momento específico, de uma míriade de nuances, desse instante em que um conjunto de pessoas, cada uma no seu universo familiar e cultural, se reuniu para interpretar uma obra musical. Possuindo um tradutor adequado (o nosso leitor de CDs), essa aproximação é convincente e somos capazes de usufruir a essência (o Requiem). Precisamos conhecer a vida pessoal daqueles músicos? A história de Mozart? O processo como se codifica um CD ou os detalhes técnicos da Física dos Lasers?
Se produzirmos um programa de computador com um elaborado processo de aprendizagem capaz de se aproximar do comportamento consciente e que satisfaça os critérios mais ou menos arbitrários que a nossa cultura determina, não será admissível classificar esse programa como consciente? Não necessitamos de saber os detalhes (que aliás poderão ser tão obscuros como a bioquímica do cérebro) para classificar uma sequência de padrões comportamentais como próprias de alguém consciente. Não sei se eu ou o próximo somos conscientes, até porque não detenho um critério objectivo que defina com exactidão essa hipotética fronteira. Parecemos conscientes e isso, para todos os efeitos, é suficiente.
O processo histórico tem, felizmente, assistido a progressivas generalizações da noção de pessoa e cidadão (os escravos não o eram, os bárbaros, os negros, os judeus, as mulheres e as crianças). Num eventual futuro haverá espaço para expandir ainda mais esta definição.
Por João Neto às 10:02 1 comentário(s)
março 02, 2007
Alice e o mesmo lado do espelho
Por João Neto às 14:15 0 comentário(s)
fevereiro 26, 2007
Jurisprudências
Por João Neto às 17:17 0 comentário(s)
fevereiro 23, 2007
Gravação
Por João Neto às 13:42 0 comentário(s)
fevereiro 22, 2007
Mensageiro
Por João Neto às 07:50 0 comentário(s)
fevereiro 16, 2007
Delegação
Nada disto, em princípio, exige democracia. Desde que as instituições sejam de facto independentes, imparciais e não arbitrárias, uma sociedade pode controlar a sua violência potencial e, assim, ser estável. Mas, deixadas sem controle, sem uma fiscalização e vigilância externas, sem a possibilidade de substituição cíclica, o abstracto destas instituições torna-se numa rede de interesses pessoais que, após se cristalizar, tende a perder as características que a justificam e, também, tende a extender o conceito de violência para abarcar, no seu monopólio, outras situações não justificáveis (como o proliferar de crimes sem vítimas, o erodir da liberdade de expressão, o impor de uma única matriz de crenças aceitável). Também isto pode ocorrer em democracia mas torna-se impossível uma cristalização permanente (excepto, talvez, nesta instância de Justiça).
Por João Neto às 18:09 0 comentário(s)
fevereiro 15, 2007
fevereiro 14, 2007
Invariantes
[Segue um resumo desta página: www.snopes.com/quotes/goering.htm]
Sweating in his cell in the evening, Goering was defensive and deflated and not very happy over the turn the trial was taking. He said that he had no control over the actions or the defense of the others, and that he had never been anti-Semitic himself, had not believed these atrocities, and that several Jews had offered to testify in his behalf. If [Hans] Frank [Governor-General of occupied Poland] had known about atrocities in 1943, he should have come to him and he would have tried to do something about it. He might not have had enough power to change things in 1943, but if somebody had come to him in 1941 or 1942 he could have forced a showdown. (I still did not have the desire at this point to tell him what [SS General Otto] Ohlendorf had said to this: that Goering had been written off as an effective "moderating" influence, because of his drug addiction and corruption.) I pointed out that with his "temperamental utterances," such as preferring the killing of 200 Jews to the destruction of property, he had hardly set himself up as champion of minority rights. Goering protested that too much weight was being put on these temperamental utterances. Furthermore, he made it clear that he was not defending or glorifying Hitler.
We got around to the subject of war again and I said that, contrary to his attitude, I did not think that the common people are very thankful for leaders who bring them war and destruction."Why, of course, the people don't want war," Goering shrugged. "Why would some poor slob on a farm want to risk his life in a war when the best that he can get out of it is to come back to his farm in one piece. Naturally, the common people don't want war; neither in Russia nor in England nor in America, nor for that matter in Germany. That is understood. But, after all, it is the leaders of the country who determine the policy and it is always a simple matter to drag the people along, whether it is a democracy or a fascist dictatorship or a Parliament or a Communist dictatorship.""There is one difference," I pointed out. "In a democracy the people have some say in the matter through their elected representatives, and in the United States only Congress can declare wars.""Oh, that is all well and good, but, voice or no voice, the people can always be brought to the bidding of the leaders. That is easy. All you have to do is tell them they are being attacked and denounce the pacifists for lack of patriotism and exposing the country to danger. It works the same way in any country."
Por João Neto às 13:03 0 comentário(s)
fevereiro 12, 2007
Diluir
Por João Neto às 09:54 0 comentário(s)
fevereiro 09, 2007
Duas medidas
Por João Neto às 13:45 0 comentário(s)
fevereiro 07, 2007
Facturas
Por João Neto às 19:26 0 comentário(s)
fevereiro 05, 2007
Memória

Por João Neto às 09:58 0 comentário(s)
fevereiro 02, 2007
Nada é sagrado, nada é de graça
Por João Neto às 18:12 0 comentário(s)
fevereiro 01, 2007
Restos
Por João Neto às 18:32 0 comentário(s)
janeiro 29, 2007
Equivalências
Por João Neto às 12:46 0 comentário(s)
janeiro 26, 2007
Balança
Por João Neto às 13:16 0 comentário(s)
