setembro 15, 2006
setembro 08, 2006
Narrativas
Por João Neto às 11:07 0 comentário(s)
setembro 06, 2006
Opções
Por João Neto às 10:41 0 comentário(s)
setembro 04, 2006
O Efeito de Estufa Ataca de Novo

Por João Neto às 10:14 0 comentário(s)
setembro 01, 2006
A Carne
Por João Neto às 17:53 0 comentário(s)
julho 27, 2006
julho 25, 2006
Limites
Por João Neto às 10:41 0 comentário(s)
julho 24, 2006
Pause & Play
Por João Neto às 09:22 0 comentário(s)
julho 21, 2006
Metáforas
Por João Neto às 10:17 0 comentário(s)
julho 19, 2006
Lotaria Cósmica
Por João Neto às 17:06 0 comentário(s)
julho 17, 2006
Contabilidade
O mundo, mesmo que já muito repetido, não deixou de ser complexo. Nele, e na interacção de ziliões de possibilidades, há uma infinidade de tons nos quais apostamos esta ou aquela opção. O Doutor Spleen, ao contrário de certos senhores da guerra que não perdoam uma primeira falha, sabe ser natural a ocorrência de erros no decorrer da sua actividade nocturna. Mesmo que ele próprio não se lembre de errar uma única vez (apesar de reconhecer que a auto-crítica com que floreamos o passado é - um pouco como a saudade - um eufemismo para memória selectiva) é preciso saber equilibrar na balança das perdas o ganho de experiência do agente que falha. Alguém que erra é alguém que evita esse erro no futuro. Assim, após nos deixarmos convencer pelo artificial de uma qualquer classificação, o que interessa é saber se o individuo em questão caiu no mesmo tipo de erro uma segunda vez. É que reiterar um defeito não é só o anúncio de um risco maior como é a sombra que acompanha a estupidez. E a estupidez não é coisa que se perdoe.
Por João Neto às 08:48 0 comentário(s)
julho 13, 2006
Desproporcionalidade
Por João Neto às 10:04 0 comentário(s)
julho 12, 2006
Perdidos & Achados
Por João Neto às 08:39 0 comentário(s)
julho 10, 2006
Naturezas
Por João Neto às 08:35 0 comentário(s)
julho 07, 2006
Standards
Para te chamarem normal quanta força nesse apertar de cinto?
Por João Neto às 09:23 0 comentário(s)
julho 04, 2006
julho 03, 2006
Precisão
Por João Neto às 11:51 0 comentário(s)
junho 27, 2006
Rotação
Por João Neto às 13:41 0 comentário(s)
junho 26, 2006
Perspectiva
Por João Neto às 08:59 0 comentário(s)
junho 22, 2006
junho 20, 2006
Intersecção
Por João Neto às 10:02 0 comentário(s)
junho 19, 2006
Desanta Trindade
Por João Neto às 12:43 0 comentário(s)
junho 09, 2006
Convicções em Ankh
Por João Neto às 08:31 0 comentário(s)
junho 06, 2006
junho 05, 2006
Termodinâmica
Por João Neto às 11:41 0 comentário(s)
junho 01, 2006
Efeito de Baldwin
Um cérebro plástico é capaz de se reorganizar, adaptando-se às alterações de um ambiente dinâmico. Este foi um novo mecanismo da evolução: o ajuste e a fixação pós-natal dos cérebros individuais. Os candidatos à selecção natural são agora as várias estruturas cerebrais que controlam e influenciam comportamentos e o processo de selecção é conseguido pela menor ou maior flexibilidade dos processos mecânicos geneticamente implantados no sistema nervoso. Esta capacidade, ela mesmo um produto da selecção natural, não só dá uma vantagem aos organismos que a possuem, comparado com outros cujo sistema nervoso está fixo, como se reflecte no processo de evolução genética, acelerando-o. Este é o fenómeno conhecido por efeito de Baldwin. Vejamos como funciona:
Seja uma população de uma dada espécie em que existe uma variação considerável de como os seus cérebros estão ligados (implicando, neste caso, uma variada gama de comportamentos) no momento do nascimento. Vamos pressupor que apenas uma das combinações possíveis permite obter uma vantagem evolutiva decisiva (cujo comportamento designamos de Bom Truque). Podemos representar isto na seguinte paisagem adaptativa (os dois eixos representam variações das duas variáveis genéticas consideradas relevantes neste exemplo; a altura dá-nos o grau de adaptação ao ambiente, ie, quanto mais alto melhor):

Suponhamos então que os organismos começam todos diferentes e, no decurso das suas vidas, modificam o seu comportamento 'navegando' na paisagem adaptativa graças à sua plasticidade. E devido às características do seu ambiente eles tenderão a orbitar perto do Bom Truque, dado que ele existe e, havendo possibilidade para tal, existe uma tendência para o aprender. Suponhamos que quem não aprende o Bom Truque tem uma grande desvantagem e que aqueles que, ao nascimento, começam longe do Bom Truque têm mais dificuldade em aprendê-lo (o esforço de aprendizagem é maior quanto maior for a distância a que se encontram). Ou seja, os individuos que nascem com os cérebros perto do Bom Truque têm mais possibilidades de sobreviver (e de se reproduzir) do que aqueles que nascem longe, mesmo não havendo no ambiente qualquer gradiente que favoreça essa distância (como se observa na figura anterior). Desta forma, na próxima geração há a tendência para que os cérebros da população estarem, ao nascimento, geneticamente fixados mais perto do Bom Truque (fazendo com que a aprendizagem das novas gerações seja progressivamente mais fácil). Este é o Efeito de Baldwin que, graças à plasticidade dos individuos que compõem a população, transforma a inicial paisagem adaptativa na seguinte:

[...] A transmissão cultural ao permitir que todos tenham acesso ao Bom Truque, maximiza e achata o cume da figura anterior tornando-o num planalto. Este planalto diminui a pressão sobre a população de fixar geneticamente esta redução de distância. Nas civilizações humanas onde ocorre uma enorme exploração de possibilidades e onde a comunicação e o ensino explicam, com eficiência exponencial, os diversos Bons Truques, esta pressão genética desaparece ou, pelo menos, é fortemente reduzida.
Por João Neto às 09:46 0 comentário(s)
maio 30, 2006
Preços
Um cérebro grande, como um governo grande, pode não conseguir realizar coisas simples de forma simples - Donald Hebb (1958)
Por João Neto às 13:16 0 comentário(s)
maio 29, 2006
Memórias, Padrões...
Por João Neto às 08:55 0 comentário(s)
maio 25, 2006
Criação
Por João Neto às 09:05 0 comentário(s)



