Mistura
O crer e o pensar nunca se deram bem.
Morrerás em breve. É incontestável. E quanta verdade morrerá contigo sem saberes que a sabias. Só por não teres tido a sorte de num simples encontro ou encontrão ta fazerem vir ao de cima - Vergílio Ferreira
Por João Neto às 12:44 0 comentário(s)
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É mais fácil restituir uma aldeia que reconstruir uma pessoa.
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[Martin Penner, 7 Novembro 2005 no The Australian] The Vatican has issued a stout defence of Charles Darwin, voicing strong criticism of Christian fundamentalists who reject his theory of evolution and interpret the biblical account of creation literally.
Cardinal Paul Poupard, head of the Pontifical Council for Culture, said the Genesis description of how God created the universe and Darwin's theory of evolution were "perfectly compatible" if the Bible were read correctly. His statement was a clear attack on creationist campaigners in the US, who see evolution and the Genesis account as mutually exclusive.
"The fundamentalists want to give a scientific meaning to words that had no scientific aim," he said at a Vatican press conference. He said the real message in Genesis was that "the universe didn't make itself and had a creator". This idea was part of theology, Cardinal Poupard emphasised, while the precise details of how creation and the development of the species came about belonged to a different realm - science. Cardinal Poupard said that it was important for Catholic believers to know how science saw things so as to "understand things better".
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"I was trying so hard to be myself, I was turning into somebody else." - The The
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Como tudo na vida, a política é sobre escolhas difíceis. A forma mais agradável de as resolver é evitando-as e um abracadabra semântico ajuda nestes casos. Um novo significado de política tem emergido para resolver este dilema. A essência deste novo sentido é considerar que a política cobre todos os pequenos detalhes da nossa vida (tornando-se indistinguível da discussão sobre os valores [sLx:o exemplo da legislação da administração Bush relativa ao caso de Terri Schiavo é um bom exemplo]).
Para marcar bem este contraste, qual é o sentido usual da política? É a actividade de lidar com os negócios de uma associação civil - o estado - que providencia a estrutura básica onde os indivíduos podem produzir e consumir, associar-se uns com os outros e exprimir-se livremente. A política é definida pelos seus limites e estes limites são (ou devem ser) o mínimo necessário para a civilização funcionar.
Neste novo sentido de política, porém, não há limites. Onde as pessoas cortam os pulsos, as crianças são agredidas ou onde as lésbicas não são aceites, deve existir uma acção política que altere as atitudes para que, no fim, a harmonia prevaleça. A política desta forma torna-se (numa fórmula famosa da ciência política) "a atribuição impositiva de valores". Por outras palavras, um dos objectivos da sociedade é dizer-nos o que admirar e condenar.
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Neste argumento, a moral é identificada como generosidade altruísta e a política como um ‘negócio sujo’ de interesses. Mas um projecto destes precisa justificar porque todas as gerações passadas falharam neste salto qualitativo na melhoria da condição humana. E é aqui que o argumento utiliza uma explicação ideológica. A Justiça é bloqueada (segundo eles) pelos interesses das elites dominantes que sempre controlaram o estado. Nas versões antigas, a separação era entre ricos e pobres, burguesia e proletariado, imperialistas e colonizados. Nas versões mais modernas, o foco é nas relações de opressão: brancos e negros, homens e mulheres… E isto, de facto, corresponde a uma das características da politica desde Sólon.
A característica é que a política tem sido o negócio dos poderosos: cidadãos, nobres, proprietários, patriarcas – os que detinham poder e status. Era essencial para a ideia de estado que este fosse gerido por uma associação de pessoas independentes com os seus próprios recursos. Os direitos destas elites foi sendo generalizado, ao longo dos Séculos, até definir os direitos universais que possuímos hoje. Era precisamente pelo estado ser gerido por independentes (i.e., ricos) que este não cairia numa ditadura. Com a capacidade de executar projectos próprios, é mais difícil alguém se subjugar a projectos de terceiros. É neste sentido que o conceito de política e despotismo são diametralmente opostos, no estado existem direitos individuais que permitem dispor e gerir a sua própria propriedade.
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Por João Neto às 09:49 0 comentário(s)
Não deve existir actividade mais funesta do que procurar respostas onde não há perguntas.
Por João Neto às 09:32 0 comentário(s)
Por João Neto às 10:02 0 comentário(s)