Estimativa
Nunca seremos bons gestores das expectativas alheias.
Morrerás em breve. É incontestável. E quanta verdade morrerá contigo sem saberes que a sabias. Só por não teres tido a sorte de num simples encontro ou encontrão ta fazerem vir ao de cima - Vergílio Ferreira
Nunca seremos bons gestores das expectativas alheias.
Por João Neto às 11:51 0 comentário(s)
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Por João Neto às 09:33 0 comentário(s)
Como prevenir o contágio da rotina e do quotidiano? Como recusá-lo?
Por João Neto às 09:28 0 comentário(s)
Por João Neto às 10:11 0 comentário(s)
"Uma sociedade livre é uma sociedade onde é seguro ser-se impopular." - Adlai Stevenson (1952)
Por João Neto às 10:12 0 comentário(s)
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(baseado no 4º capítulo do livro "The Black Slate" de Steven Pinker)
Por João Neto às 14:43 0 comentário(s)
Será o livre arbítrio a contingência do que (ainda) não sabemos?
Por João Neto às 09:24 0 comentário(s)

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Por João Neto às 08:33 0 comentário(s)

Por João Neto às 09:28 0 comentário(s)
"Tudo começou com as unidades móveis de comunicação. Na espiral de mercado, esta tecnologia incorporou uma crescente gama de equipamentos que nada tinham a ver com o objectivo inicial de telefonar. As imagens em tempo real provocaram os primeiros impactos nas relações humanas mais instáveis, era agora possível exigir ao outro que mostrasse onde se encontrava num dado momento. Com a incorporação de sistemas de localização por satélite, o controlo tornou-se invisível e permanente. Alguém obsessivamente ciumento podia monitorar cada metro percorrido do conjugue. Mas o indivíduo ainda era capaz de desligar a sua unidade e tornar-se novamente anónimo. Não durou muito. Rapidamente, num contexto de combate ao medo e à crescente necessidade de segurança que permearam a vivência da sociedade de consumo dos séculos XXI e XXII, foram adoptados mecanismos biométricos generalizados (retina, DNA, padrões de feromonas). As unidades pessoais (cada cidadão estava obrigado por lei a usar uma) podia identificar a posição de todos que por ela se cruzavam ao mesmo tempo que controlava a situação do seu proprietário. A vantagem? Qualquer acidente, qualquer violência ou problema era instantaneamente assinalado e identificado. A corrupção e o crime quase desapareceram. A desvantagem? Mesmo desligando a própria unidade, já não se podia fugir ao 'controle protector' da sociedade. As poucas críticas que se levantaram, as Cassandras do seu tempo, não tiveram (nunca têm) suficiente força. Depois de duas, três gerações, o sistema de protecção tornou-se padrão, o cordão umbilical que a maioria temia perder. Muitos turistas, visitantes de locais inóspitos, sofriam a privação desse véu de segurança ubíquo que os mantinha seguros na Europa, na América, no Japão ou na China desenvolvida. [...] Em 1948, George Orwell escreveu um romance sobre uma sociedade omnipresente, baseada numa tecnologia de controle capaz de esmagar a liberdade individual para motivar valores e objectivos colectivos. Cento e cinquenta anos depois, por um caminho diferente do temido por Orwell (a via do totalitarismo), os cidadãos do Primeiro Mundo encontraram-se num cenário demasiado semelhante. Só que o caminho foi demasiado suave. Cada alteração, cada porta agora aberta, fora suficiente lenta para ocorrer despercebida. Como a face que não se olha ao espelho até nele ver o rosto do horror." - Sinh Naltaen, "O Degenerar da Segurança: 2001-2193", 2ª Ed.Por João Neto às 09:26 0 comentário(s)
Alimentar o medo tem efeitos inesperados. O medo é menos dócil que um leão enfurecido.
Por João Neto às 13:35 0 comentário(s)
Por João Neto às 18:13 0 comentário(s)
Por João Neto às 09:32 0 comentário(s)