novembro 18, 2014
janeiro 01, 2013
Por João Neto às 09:50 0 comentário(s)
outubro 30, 2012
Tradições
Um ovo fertilizado não é uma pessoa. O adulto que resultou desse ovo é uma pessoa. O que aconteceu nesse intermédio? Existe um instante entre as duas anteriores afirmações em que se passou do estado de não-pessoa para pessoa? A resposta é simples: não. Procurar uma fronteira precisa neste assunto é uma missão equivocada. A noção de pessoa é gradual, não existe um conjunto suficiente e necessário de características objectivas que a determine. Resta-nos, assim, o consenso possível de uma definição.
Refs:
[1] Smith - A Christian Response to the New Genetics (pp. 112-113)
[2] The History of Abortion in the Catholic Church, http://www.catholicsforchoice.org/pubs/cfc_archive/articles/TheHistoryofAbortion.asp
[3] Catecismo da Igreja Católica, Parte III.1.1.1
Por João Neto às 15:26 0 comentário(s)
outubro 13, 2011
the only question that really matters
Por João Neto às 08:50 0 comentário(s)
abril 05, 2011
Leituras
Por João Neto às 11:07 0 comentário(s)
março 08, 2011
Heresias
Por João Neto às 07:58 0 comentário(s)
janeiro 17, 2011
Ficções
Por João Neto às 07:40 0 comentário(s)
janeiro 14, 2011
Gestão danosa
Por João Neto às 10:31 0 comentário(s)
maio 28, 2010
Tratamento Preferencial
Por João Neto às 08:15 0 comentário(s)
maio 16, 2010
Vaticano, 1999
En guise de première cible, la laïcité est naturellement un danger pour l'institution catholique: "Le sécularisme, en particulier, se révèle dangereux en raison de son indifférence à l'égard des questions ultimes et de la foi". Mais on savourera la désillusion de Wojtyla: "L'athéisme «pratique» est ainsi une réalité concrète amère", qui se poursuit par le constat de son étendue: "S'il est vrai qu'il se manifeste surtout dans les civilisations les plus économiquement et techniquement avancées, ses effets s'étendent également aux situations et aux cultures qui commencent actuellement un processus de développement".
Les athées sont qualifiés de "sots" en se référant à la Bible qui affuble aussi leurs actions des épithètes suivants: "Corrompues, abominables leurs actions; non, plus d'honnête homme" (Ps 14, 1). Mais un saut sémantique est opéré qui transforme les athées en idolâtres puisque ceux-ci ne reconnaissent pas "la vraie nature de la réalité créée" pour la "rendre absolue"; on voit mal pourtant en quoi cela relève de l'idolâtrie. Niant l'autonomie de l'homme, de la nature et de la science, JP2 présente l'athéisme comme une idéologie intolérante. A l'argument que la religion ne serait qu'une béquille de la pensée, il oppose avec véhémence que l'Église "refuse avec fermeté l'interprétation de la religiosité comme projection de la psychée humaine ou comme résultat des conditions sociologiques". Pour ensuite peiner à masquer le désespoir qui frappe les mystiques devant les conquêtes du rationalisme: "l'expérience religieuse authentique n'est pas une expression d'infantilisme." Une bonne connaissance des tares dont elle est accusée est une indication encourageante sur l'évolution future de l'Église.
Enfin, sur les causes de l'apparition de l'athéisme, le pape en rend les croyants coupables, seule pitance à sa disposition vu que les athées n'ont que faire de ses imprécations et menaces: "Le Concile a reconnu que, dans la genèse de l'athéisme, les croyants ont pu jouer un rôle, n'ayant pas toujours manifesté de façon adéquate le visage de Dieu". L'audience s'achève sur quelques raisons d'espérer, pour l'Église, que tout ne va pas si mal et que l'athéisme peut être combattu au moyen de son arme principale: le rationalisme! Le pape cède ainsi finalement à la récupération, qui est tant de mode, de tout et son contraire pour sauver une institution en perdition: répondre à l'athéisme "exige également une présentation correcte des motifs d'ordre rationnel qui conduisent à la reconnaissance de Dieu." La "science qui mène à Dieu" n'est qu'une impasse éculée et on ne saurait trop conseiller l'Église de s'y fourvoyer plus avant afin de la vider rapidement de sa substance...
Un dernier mot est adressé à ses "frères et sœurs" où il lâche ce que la fausse courtoisie de sa charge avait jusque-là retenu: "La Bible nous aide à comprendre que ceux qui veulent nier Dieu sont insensés et se laissent attirer par de vaines idoles." [http://www.atheisme.org/pape-atheisme.html]
Por João Neto às 10:34 0 comentário(s)
abril 23, 2010
Promessas
Por João Neto às 10:04 1 comentário(s)
janeiro 14, 2010
Retribuição
Por João Neto às 07:53 0 comentário(s)
dezembro 02, 2009
Violência
O que causa perplexidade nos ataques «terroristas» é que eles não se encaixam na nossa tradicional oposição do mal como egoísmo ou desapego do bem comum, e do bem como o espírito de sacrifício por uma causa maior. [...] O egoísmo, o interesse dos próprios bens, não é oposto ao bem comum porque é possível deduzir normas altruístas a partir de preocupações egoístas. O individualismo vs. a comunidade, o utilitarismo vs. a asserção de normas universais, são oposições falsas dado que este conceitos produzem os mesmos resultados. Os críticos que se queixam da falta de valores, na presente sociedade hedonista-egoísta, falham totalmente o alvo. A verdadeira oposição do egoísmo não é o altruísmo, a atenção pelo bem comum, mas a inveja, o ressentimento, que me faz agir contra o meu próprio interesse. Freud sabia isto muito bem: a pulsão da morte é oposta ao princípio do prazer bem como ao princípio da realidade. O verdadeiro mal, que é a pulsão da morte, envolve auto-sabotagem. Ele faz-nos agir contra os nossos interesses." Slavoj Zizek, Violence
Por João Neto às 07:04 0 comentário(s)
novembro 27, 2009
Excessos
[entrevista à ípsilon, 6 Novembro 2009]Enri de Lucca (que não é cristão) lê a Bíblia directamente do hebraico e faz uma interpretação mais humana do texto original, a qual faz mais sentido, pelo menos numa perspectiva moderna e liberal (a meu ver, exagerando com a referência ecológica). Mas o mito do Adão e Eva, por razões de controle social, fruto de políticas e preconceitos enterrados na história, tem uma versão oficial indoutrinada durante séculos de gerações cristãs. Como contraste entre a tradução de Lucca e a oficial percebe-se melhor a hipocrisia e misoginia de uma hierarquia episcopal que compõe a Igreja desde o início da Idade Média. Como é estúpido esse pretenso castigo desmesurado (e nesse excesso absurdo o intuir do que realmente sustenta esta religião, o infantilismo e a ignorância) do desejo de saber, crescer. De ser-se adulto.
António Marujo: Dê um exemplo das más traduções da Bíblia [...]
Enri de Lucca: No original hebraico, não está a condenação de Eva de parir com dor. A palavra hebraica é esforço, fadiga. Não é dor, porque ali não há intenção punitiva da divindade. Há apenas uma verificação. Àqueles dois, que comeram da árvore do conhecimento do bem e do mal e que se encontraram nus, diz: "Vocês tornaram-se outra coisa, não pertencem já a nenhuma espécie animal; nenhuma espécie animal sabe que está nua; aconteceu uma mudança total." Está dizendo que a felicidade, a agilidade do parto ou naturalidade com que os animais têm os filhos não acontecerá mais. E Adão diz logo: "Maldita a terra". Porquê, se a terra não lhe fez nada? Porque há outra verificação: Adão não se contentará com o fruto espontâneo, mas esforçará a terra, irá afadigá-la também com o seu suor, irá desfrutá-la para tirar o maior lucro. A terra será maldita por causa dos esgotamento dos recursos.
Não há, então, um castigo?
Vê-se que não há intenção punitiva, porque logo a seguir a divindade faz vestes de peles para cobrir aqueles dois nus. Este é o gesto mais afectuoso. A palavra hebraica que aqui é traduzida como dor, aparece outras cinco vezes: quatro nos Provérbios e uma nos Salmos. Cinco vezes em seis é traduzida como esforço e fadiga. Ali, metem na boca da divindade uma condenação. E sobre isto baseou-se toda a subordinação feminina, a culpa de Eva.
Por João Neto às 10:04 0 comentário(s)
novembro 03, 2009
Atalhos
Não há um caminho dourado para a Geometria - Euclides
Por João Neto às 14:06 0 comentário(s)
outubro 22, 2009
Ferramenta
Por João Neto às 09:28 0 comentário(s)
setembro 14, 2009
Religião Aplicada
Por João Neto às 12:51 0 comentário(s)
abril 21, 2009
Dogma
[...] 26Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e deu-o aos seus discípulos, dizendo: «Tomai, comei: Isto é o meu corpo.» 27Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho, dizendo: «Bebei dele todos. 28Porque este é o meu sangue, sangue da Aliança, que vai ser derramado por muitos, para perdão dos pecados. [Mateus 26-28]
Por João Neto às 09:32 0 comentário(s)
abril 01, 2009
Vantagens competitivas
Por João Neto às 09:00 1 comentário(s)
fevereiro 23, 2009
Custo-Benefício
Por João Neto às 09:19 2 comentário(s)
