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fevereiro 23, 2007
Cada instante, cada palavra dita, cada gesto feito são ecos, talvez espelhos, do contexto que os engloba. Por cada que se grava - na memória, numa fita, nessa página antes branca - guarda-se algo mais desse tudo que vemos, dia a dia, passar.
julho 12, 2006
Perdidos & Achados
A memória é o palco onde o teu passado perde os detalhes que já não te dizem nada. Nessa reconstrução, também, coisas que se unem, desejos e pequenos nadas que se juntam aos momentos mantidos, tornando esse passado não uma pedra que se gasta mas um rio nem sempre gelado que, assim e lento, recua.
Por João Neto às 08:39 0 comentário(s)
fevereiro 01, 2006
Peso
O que precisamos para pensar é igualmente peso que carregamos. São milhões de livros, de teses medíocres ou geniais (ou nem por isso), um palimpsesto de séculos de civilização, tudo construção que nos protege mas também nevoeiro. Como sair deste novelo e inovar? Como ser original, ir contra o edifício que nos sustenta, e ter razão? Pois por cada Tróia descoberta há mil Atlântidas inventadas.
Por João Neto às 08:54 0 comentário(s)
junho 02, 2005
Errar é Humano
Entender não é desculpar. Desculpar não é esquecer. Esquecer é um erro.
Por João Neto às 14:32 0 comentário(s)
abril 28, 2005
Necessidades
Não somos Homens sem razão mas nem sequer seríamos nós sem memória. A história pessoal é um mapa de recordações intensas ligadas entre si pela imaginação. Com o esquecimento, o trauma, o viver, alteramos esse mapa chamado passado. Dizê-lo perene é enganar os outros; fazê-lo perene é enganar-nos a nós próprios.
Por João Neto às 12:42 0 comentário(s)
abril 22, 2005
Esforço
O mundo não se rege pelo que nos vai na cabeça nem se formata a qualquer medida. Por muita ordem ou lógica que lhe queiramos dar, o máximo que deixamos é um breve aviso que passámos por aqui.
Por João Neto às 14:09 0 comentário(s)
janeiro 27, 2005
Auschwitz

Não se sabia (concedamos) o quanto o animal homem era capaz de fazer com as ferramentas apropriadas. São 60 anos hoje. O campo aberto (fechado) e o fim de um pesadelo. Daqueles que não se podem esquecer.
Por João Neto às 10:51 0 comentário(s)
dezembro 23, 2004
Troca
Cada expressão carrega consigo uma perda. Aquilo que alguém diz (num livro, num quadro, numa canção, numa frase pública) passa a ser tanto seu como nosso.
Por João Neto às 10:38 0 comentário(s)
novembro 02, 2004
Opcional
Será uma vida um fluxo de eventos quase todos esquecidos ou apenas um conjunto pontilhado de experiências marcantes? Com a segunda resposta, onde estava eu nos intervalos? Porque se for mais que memória, está visto que, na maioria do tempo, não faço falta à minha personalidade.
Por João Neto às 09:46 0 comentário(s)
agosto 30, 2004
Restos
A História são as sobras que o Homem salva do esquecimento de si próprio. Depois dos deuses, da alma, da centralidade, querer matá-la é desistir da imortalidade que nos resta.
Por João Neto às 10:52 0 comentário(s)
junho 14, 2004
Medidas
Talvez o horizonte nos fascine porque podemos preenchê-lo com a mesma imaginação que nos povoa a memória.
Por João Neto às 08:37 0 comentário(s)
junho 01, 2004
K.O. Técnico
A memória entra sempre em conflito com a História. Durante algum tempo. Depois da morte da última testemunha, a História ganha por falta de comparência.
Por João Neto às 08:21 0 comentário(s)
maio 28, 2004
Perda

Uma fotografia é o constatar da inevitável perda de um momento.
Por João Neto às 08:28 0 comentário(s)
abril 16, 2004
Reflexos

Um dia noite, uma noite ainda de dia. A irrealidade da memória traduzida em imagem, reflexo de luz. Partes perdidas, outras talvez nessa estranha casa familiar do meu inconsciente. A mesma luz, a mesma cor ofusca os sentidos que me restam. Se os sonhos são reflexos de memória, eu acordado sou espelho de quê?
Por João Neto às 15:39
janeiro 05, 2004
Bom 2004
A memória ao lidar com o presente, transforma o nosso olhar do passado. A História não só é contada pelos vitoriosos como é descrita naquele único agora já perdido para sempre.
Por João Neto às 09:28 0 comentário(s)
novembro 25, 2003
Conversações Oníricas

Ocorre-me, por vezes, misturar na memória sonhos e conversas
que esbatem a fronteira entre o desejado e o ocorrido.
Por João Neto às 12:47
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